sexta-feira, 25 de maio de 2012

Preservação de Arquivos Histórico


O desenvolvimento da tecnologia vem nos trazendo soluções tecnológicas revolucionárias para a preservação de documentos, mas uma enorme quantidade de conteúdos encontra-se armazenada em papel, e é considerada o tesouro informacional e parte fundamental do patrimônio cultural da humanidade. 
Esses documentos variam desde papéis impressos, desenhos, pinturas, manuscritos, e até fotografias de registros das ações humanas e, representam um grande volume de informações a ser preservado, pois é a partir desses registros que se constroem e preservam a memória e identidade de um povo.
Devido a sua importância perante ao patrimônio cultural da humanidade é que devemos preservar, conservar e restaurar os documentos para que a história não se perca.
PRESERVAÇÃO: é o conjunto de atividades que incluem o gerenciamento do acervo no que diz respeito ao acesso e manipulação por parte de usuários, pesquisadores e funcionários; a guarda dos documentos; a manutenção das condições físicas e ambientais do edifício e do espaço de armazenamento; e o desenvolvimento de programas de investimento, etc.
CONSERVAÇÃO: refere-se às atividades de trato do acervo visando a estabilização de danos e a interrupção dos processos de deterioração. Essas ações implementam procedimentos corretos de acondicionamento - substituição de embalagens e mobiliário para guarda adequada; remoção manual de elementos agregados ao suporte (clips, grampos, fitas adesivas); higienização; reparo de pequenos danos (rasgos, cortes); aplanamento de dobras, vincos e ondulações (que podem causar rasgos), etc.
RESTAURAÇÃO: significa ações de intervenção "curativa". É um conjunto de procedimentos que visam remover física e quimicamente os fatores que causam a degradação do suporte. 
Com isto conclui-se que há necessidade de organização dos arquivos públicos, para que o documento preservado sirva para a pesquisa que constroem nossa memória histórica e identidade cultural do cidadão e de uma sociedade.

Artigos:
Videos:
Links Relacionados:
Giese, Luciana e Nayara.

O bibliotecário e a prática de Inteligência Competitiva: a questão da ética


O bibliotecário é o profissional que por dever de ofício já atua na área de Inteligência Competitiva (IC) embora sua prática não recebesse essa denominação; à medida que ele capta informações de interesse para a organização, trata e dissemina seletivamente essas informações, que apoiarão a tomada de decisão, ele pratica a Inteligência Competitiva.
A Inteligência Competitiva é um processo que envolve planejamento, coleta, análise, disseminação de informações e avaliação dos resultados internos e externos que possam influenciar no desempenho da organização. A IC não é o mesmo que espionagem; sua prática deve se dar de forma transparente e ética, uma vez que é uma arte de interpretação de informações, o que pressupõe a atuação de profissionais que tenham a habilidade de esclarecer e não de enganar.

Todo profissional de inteligência deve guiar suas ações com base na ética, tal como estabelecido pela Associação Brasileira de Analistas de Inteligência Competitiva (ABRAIC). O bibliotecário já tem sua atuação regida pelo Código de Ética da categoria no qual também é previsto seu dever de agir com moral, bem como manter o sigilo no desempenho de suas atividades, quando o assunto assim exigir. Esses são os dois pontos principais da prática da IC: honestidade e sigilo na coleta e disseminação de informações. 

CÓDIGO DE ÉTICA NA PRÁTICA DE IC
LINKS: ARTIGOS DE REFERÊNCIA:
VÍDEO:
APRESENTAÇÃO:
SITES/BLOG:
Associação Brasileira de Analistas de Inteligência Competiviva
Revista Inteligência Competitiva
Diário Inteligência Competitiva
Ana Paula Cavalcante
Vanessa Soares da Silva

terça-feira, 22 de maio de 2012

TCC revisado, tudo pronto, MAS NÃO ACABOU!?!?!?!


“Nem sei por onde começar... só sei que não acabou, eu escrevi tudo mas preciso formatá-lo e agora? Porque não dei atenção as aulas de minha querida professora Vânia?”(ANONIMO, 2012)
É...passamos por isso sempre, a formatação de uma trabalho seja ele academico ou não nos dá arrepios muitas vezes. A formalidade das formatações estão expostas nas normas da ABNT e aqui citamos algumas: 14724 - Apresentação de trabalhos acadêmicos, 6027 - Sumários, 10520 - citações e 6023 - Referências.
Essas normas são as mais utilizadas mas muitas outras existem. O que gostaríamos de contribuir aqui neste post é de que a atenção deve ser dada, principalmente para os alunos de biblioteconomia, afinal de contas nosso curso engloba a disciplina de Metodologia.
A seguir vocês verão um link de um vídeo criador por nós mesmos para ajudar na parte (parte esta mais complicada ou uma das partes mais complicadas) do sumário e a paginação. É um vídeo simples bem caseiro mas isso mesmo já mostra que o terror não é tão grande, o drama que criamos que é.
O melhor é distribuir o trabalho deixar com as fontes certas e escrever. Para que no final do trabalho só sejam feitos ajustes e não precisar formatar tudo de uma só vez.
Boa sorte a todos e não se esqueçam que estamos a RETA FINAL!
site abnt: www.abnt.org.br
Stephanie e Moacir

sexta-feira, 18 de maio de 2012

COMMUNICATIO: quando religião e ciência caminham juntas


A igreja católica tem ao menos duas participações ilustres na história da comunicação. A primeira está na da própria origem da palavra: o termo comunicação teria surgido da pratica do isolamento pelos monges do cristianismo antigo. Neste caso, comunicação é romper o isolamento. 
Mais recente, a outra ilustre participação do clero na história da comunicação deu-se aqui mesmo, no Brasil, com o padre Roberto Landell de Moura. Nascido em 21 de janeiro de 1861, em Porto Alegre, formou-se em Teologia em Roma, onde também estudou física e química, tendo continuado seus estudos em física e eletricidade como autodidata já no Brasil. Possui em seu nome patentes no Brasil e nos Estados Unidos, entre elas está o telefone sem fio, telégrafo sem fio e transmissor de ondas. 
É atribuída ao padre Landell a primeira transmissão de palavra falada sem fios por ondas eletromagnéticas, ocorrido em 1893, uma transmissão feita numa em linha reta, do alto da Avenida Paulista para o Alto de Sant’Ana, presenciada, entre outras testemunhas pelo cônsul britânico.
Na época não obteve financiamento para produzir e comercializar suas invenções e nem incentivo do governo. Chegou mesmo a sofrer preconceito por seus inventos, sendo considerado louco ou herege. Acabou sendo transferido pela igreja para uma região sem eletricidade.
Em pleno iluminismo este homem soube unir religião e ciência em sua missão pessoal, sem que uma condição inviabilizasse outra, e apesar de perseguido e desacreditado justamente por esta união.
Agora leia a letra e veja o videoclipe da música Video killed the radio star, do Buggles, sobre o fim da era do rádio. Boa diversão!
Referencias:
HOHLFELDT, Antonio. As origens antigas: a comunicação e as civilizações. IN: Teorias da comunicação: conceitos, escolas e tendências. Petrópolis: Vozes, 2007. 7. Ed.
Artigo:
Links:
Imagens:
O Padre Landell
selo com a cara do padre

Bruno e Kauê

Auto-estima do bibliotecário



Depois de abordar a imagem do bibliotecário, percebemos que por ser este um assunto pouco discutido, acaba ficando de lado outro assunto que é a consequência desse, a auto-estima do bibliotecário. Como o bibliotecário está se sentindo em relação ao seu ambiente de atuação, está se valorizando, é feliz nessa profissão, está se realizando profissionalmente?
É importante destacar que a baixa auto-estima não está somente ligada à própria imagem, mas principalmente perante à sociedade, afinal, o profissional está na maioria das vezes se relacionando com os usuários da instituição em que está inserindo, o que permite ser comparado ou mesmo menosprezado quanto à sua formação e/ou cargo que atua.
A auto-estima é essencial para formar a imagem que o profissional passa para os usuários, colegas e chefia, visto que ela impacta diretamente no relacionamento com a equipe, além de influenciar na produtividade e desempenho de sua função. A baixa auto-estima pode acontecer por causa da falta de reconhecimento profissional, pouco incentivo e por conta de lideranças mal preparadas que não sabem valorizar seus subordinados de modo a favorecer seus rendimentos.
Na nossa profissão ela ocorre, principalmente, em decorrência da falta de reconhecimento nas diversas áreas de atuação, muitos profissionais chegam a sentir vergonha de dizerem que são bibliotecários, pois sabem dos julgamentos e preconceitos que sofrem ao dizer, ou se sentem constrangidos e até mesmo profundamente decepcionados com a desvalorização e com a falta de apoio de outros profissionais. Como consequência disso vemos, muitas vezes, bibliotecários cabisbaixos, desmotivados e “reclamões”, o que contribui para que sejamos rotulados como mal-humorados.

Blog:
Dora Ex Libris
Vídeo:
“Comédia MTV - Papo Desinteressante”
Livro:
Artigos
LIMA, Cátia Crisitina de; LIMA, Katianne de. A auto-imagem do bibliotecário versus a visão social: uma análise da valorização profissional. Maceió, 2009. Disponível em: http://www.ichca.ufal.br/graduacao/biblioteconomia/v1/wp-content/uploads/tcc-2009-catia-e-katianne-a-auto-imagem-do-bibliotecario.pdf. Acesso em 17 de maio de 2012
OLIVEIRA, Zita Catarina Prates de. Um estudo da auto-imagem do profissional bibliotecário. Brasília, 1980. Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/1368. Acesso em 17 de maio de 2012
Eveline Martins e Izabele S. Mello